Filme Lula o filho do Brasil:

Esse filme será baseado na história da vida do Lula (Luís Inácio Lula da Silva), contará sua vida desde seu nascimento até conseguir se tornar o Presidente do Brasil e mostrará tudo o que ele já passou para chegar onde ele está hoje.

O filme Lula o filho do Brasil estréia dia primeiro de janeiro de 2010, o filme foi dirigido pelo diretor Fábio Barreto e terá a participação de Glória Pires, o filme Lula o filho do Brasil é uma drama brasileira.

Trailer oficial Lula o filho do Brasil
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Esse filme tenta colocar Lula na figura de um Padre Cícero, se utilizando da baixa cultura das pessoas para angariar votos para o PT, que se demonstrou um partido corrupto no poder. O filme usa elementos melodramáticos para romancear a história do petista, e mantê-lo
blindado das denúncias de corrupção perpetradas pelo seu partido. Dizem os produtores, num esforço de dissimulação, que estão à cata de lucro com o filme, e que não tem a intenção de mitificar o líder do PT, mas
esse discurso é facilmente desmontado pelo título da pataquada: Lula, é filho da mãe dele, não do Brasil. Ufanista, comunista, sentimentalóide, petista, eleitoral, parcial, menos artístico é o valor dessa propaganda eleitoral travestida de cinema. Se fosse lançado um filme de Lula daqui 2 anos, até eu desconsideraria os meus comentários, mas lançá-lo 6
meses antes de um pleito torna claro os interesses eleitoreiros do filme.
Norma. Concordo com a sua opinião. O PT realmente me decepcionou. Nunca na história da política brasileiro vi tanta corrupção e caras de pau a começar pelo Presidente Lula que sempre disse que “não sabia de nada”. Lançar esse filme às vesperas de um pleito eleitoral só pode ter interesses eleitoreiros visando sensibilizar os brasileiros incautos. Afinal viajar de pau de arara é tradição entre os nordestinos… Só que nem todos chegam a Presidente… Acredito piamente que se houvesse vontade política o povo nordestino não nos sairia tão caro. Israel não prosperou em terras áridas!… Poderiam chamar os técncos israelenses para irrigar o nordeste e transforma-lo numa terra produtiva sem necessidade de ser sustentado com bolsa familia que parece estar incentivando as mulheres nordestinas a terem mais filhos e incentivando os maridos a nada fazer. E pesando no bolso do brasileiro pagador de imposto que sofre com apagões (a industria retornou suas atividades e em breve teremos outros), que claro é por causa de investimento em infraestrutura., sofre com falta de escolas, sofre com falta de hospitais, sofre com falta de escolas técnicas. E agora o nosso Presidente ainda tem a desfasatez de dizer que vai distribuir 11 milhões de celulares?… Isto até parece deboche com a cara da gente.
A Revista “VEJA”, edição de 13 de julho de 2005, traz reportagem que toca profundamente a integridade da coisa pública brasileira: “O Negocião do Lulinha”.
Lá estão enredados diversos atores do setor público e privado, personagens que transitam no alto escalão do governo brasileiro, numa história que mostra um muito suspeito caso de enriquecimento célere do filho do Presidente da República, o Sr.Fábio Luís Lula da Silva.
A reportagem demonstra que o Sr. Fábio Luís Lula da Silva, a partir de uma pequena empresa, G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, criou várias empresas do ramo de publicidade e tecnologia e conseguiu, em cerca de dois anos, associar-se à Telemar, gigante das telecomunicações, na empresa Gamecorp. Em termos patrimoniais, houve um salto de R$ 100 mil – capital inicial da G4, não integralizado no momento da criação da empresa – para algo superior a R$5milhões – capital da Gamecorp. Nessa transição, na criação da Gamecorp, cabe ser destacada uma emissão de debêntures conversíveis em ação (posteriormente convertidas), vista pela Revista como “prática não usual”, tanto mais por ser uma empresa que “não produz tecnologia”. Detalhe importante é que a via da conversão
de debêntures foi utilizada para dificultar a identificação da operação e das partes, pois para a Telemar ser sócia das empresas do Sr. Fábio Luís Lula da Silva seria muito mais fácil ter comprado ações diretamente – que seria também uma operação mais transparente.
Em termos de personagens, deve ser destacada a suspeita relação entre as empresas do Sr. Fábio Luís Lula da Silva e a Telemar. O público e o privado se confundem de maneira perigosa. Pelo lado da G4 e da Gamecorp, são sócios dos empreendimentos os Srs. Kalil Bittar e Fernando Bittar, ambos filhos do ex-prefeito petista de Campinas, Jacó Bittar. Pelo lado da Telemar, o mesmo Jacó Bittar é
conselheiro do fundo de pensão Petros (ligado à Petrobras), que é detentora de ações da empresa de telecomunicações. Também sócio da Telemar é o fundo de pensão Previ – ligado ao Banco do Brasil. Dono de parte do capital da Telemar é também o BNDES, banco público. Ao permitir que dinheiro de sua propriedade seja investido
na Gamecorp, está-se vendo dinheiro público, sob a guarda última do Presidente da República, ser investido em empresa do filho do mesmo Presidente. Ainda, um dos intermediadores do negócio foi a empresa Trevisan Service, dirigida pelo Sr.
Antoninho Marmo Trevisan, reconhecido como amigo do próprio Presidente Lula.